
Esses dias... Pensando na vida, lembrei do amor. E que ás vezes parecem ser a mesma coisa, principalmente quando se está diante do amado (a).
Escutando Maria Gadu e Vanessa da Mata, li coisas do amor que nem sabia...
Não sabia que:
“Mas então seu amor não é meu
Nem eu o seu
Pois então que será meu amado
Amador?”
(Vanessa da Mata – Ela X ele na Cidade sem fim)
Pena, ás vezes o amor parece amador, sem cuidado, sem responsabilidade... Como uma criança travessa, um adolescente rebelde...
Ainda bem que a espera é um jeito de amar, pois tal qual o amor, não se basta em si...Virá busca de ser feliz pra se encontrar com amado feliz, inteira.
Isso se parece com amar: se preencher.
Não o se afogar no outro até se encher e dizer: chega!
Não. Mas sim o transbordar de afeto. Ser generoso com o mundo por entender-se grato pela dádiva de amar.
Conheço pouco do amor. Talvez dissesse que não quero conhecê-lo, mas vivê-lo. Contudo não é bem o que sinto. Sinto que quero reconhecer o meu jeito de amar, porque acredito que o sentido do amor não está em ser amado, mas em amar. E aí se percebe toda alegria de se estar vivo, mesmo sendo contemporâneo de agruras, rachaduras e cicatrizes do tempo.
(HCQF/maio-2011)

Ouço Mª. Gadu cantar em Aurora de Dani Black:
“Sendo assim
Sem demora pra me sentir
Como agora
Tão sem fim
Tão melhor, o maior sobre mim
Tão feliz que sou
Só resta a mim cantar o amor.”
(Aurora - D. Black)
Abraço bem grande e cheio de saudades...