Aconteceu, de novo.
Não como antes, como a primeira vez.
Um olhar firme, uma presença forte, notável, segura.
Outra pequena, mas não miúda como a de sempre.
Essa tão viva, viajada, bem sucedida, como as outras, mas não como a de sempre.
Ultrapassa em méritos qualquer uma, porque impõe sua presença, exige olhares, perturba amizades... Não como as outras, embora como a de sempre.
Tolices de uma navegação sem leme
Regada a noites sem dormir, dias sem sol, poeira no nariz e fumaça.
Um enredo cansativo, as gotas de tinta sufocam na escrita.
As vezes a poesia também termina.
17 de março 2026
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