Ao amigo
Lembro-me de ti
E não pelo que fazias,
Lembro-me daqueles doces dias:
Uma linha tênue entre nós jazia.
Lembro-me também que fugias da loucura:
A razão te consumia.
Lembro-me, amigo, de te
Como nem imaginas.
Forço-me a perdoar-me
Por minhas faltas.
Lembra no fim?
Era eu que corria...
A razão me cegara.
Talvez não,
Talvez o próprio coração.
Nas conversas pela estrada admitia:
Sei onde levam as pegadas...
Lembro-me que sorrias,
Desacreditavas do que te falava.
Chorarias.
Choraste.
De ti me perdi na estrada.
Amigo, não te esqueças de mim
Nos bons momentos da caminhada,
Pois me lembro
Que nos meus piores momentos me carregavas.
Peço aos anjos que minhas orações te alcancem em teus lamentos,
Porque sempre serás,
Amigo amado,
Lembrado
Nos nossos melhores dias.
(HCQF, dez-2010)
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De volta com saudades de postar, visitar meus amigos e conselheiros...
Ainda não estou 100% aqui, como gostaria...
Mas está para ser dessa forma!
