quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Sobre a espera...



















Avesso da perenidade

Algumas vezes
Um sentimento intermitente
Reaparece caudaloso.

Parecendo certeza
Esfumaça a vista
Fecunda a esperança
E deságua...

Ao logo da via
Carrega-se de expectativa
Visita moradas
Em busca da casa definitiva
Firma-se
Mas desapropria...

Desaparece na neblina
Escorrega feito cascata
Corre entre pedras
Vira pedaço a espera
E perecível
Seca.

(HCQF/nov-2011)

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Sobre acordar












Vícios

Não devia ter feito!
Carreguei no peito este desejo
Poderia ter corrido
Me afastado do sentimento sentido
Cedi à dor

Sofro um sentimento descabido
Sem razão, sem compromisso
Desencontrado
Cheio de vícios

Preciso encontrar-me com meu juízo
Rever meus novos conceitos
Refazer antigos preconceitos
Por proteção, auto-ajuda, respeito comigo

(HCQF/out-2011)

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Sobre amar e viver...















Sobre amar e viver...


Outro dia pensando no amor
Pensei em não pensar
Melhor seria!

Vislumbrei uma vida fria
Corri na estrada da apatia
De nada adiantou!

Acordei pela manhã e a correria
Que me assusta todo dia
Não me distraiu
Me condenou.

Nas ruas pensando ia
Vagando por entre a gente sorria
Carregando lembranças com agonia
E dor.

Perdi o sono e a noite lia
Versos ultra-românticos com nostalgia
Linhas intermitentes, mas perenes de desejos
De alguém que por medo o amor guardou.

(HCQF/agos-2011)

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Saudade de postar!!!

Para não esquecer quem sou
E que neste espaço me encontro
Aos poucos
Mais bem de perto...








Preciso vir aqui mais vezes
senão morro de saudade!!!!

Beijos
HCQF

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Ah, a saudade!




Esses dias... Pensando na vida, lembrei do amor. E que ás vezes parecem ser a mesma coisa, principalmente quando se está diante do amado (a).

Escutando Maria Gadu e Vanessa da Mata, li coisas do amor que nem sabia...
Não sabia que:
“Mas então seu amor não é meu
Nem eu o seu
Pois então que será meu amado
Amador?”
(Vanessa da Mata – Ela X ele na Cidade sem fim)

Pena, ás vezes o amor parece amador, sem cuidado, sem responsabilidade... Como uma criança travessa, um adolescente rebelde...

Ainda bem que a espera é um jeito de amar, pois tal qual o amor, não se basta em si...Virá busca de ser feliz pra se encontrar com amado feliz, inteira.
Isso se parece com amar: se preencher.
Não o se afogar no outro até se encher e dizer: chega!
Não. Mas sim o transbordar de afeto. Ser generoso com o mundo por entender-se grato pela dádiva de amar.

Conheço pouco do amor. Talvez dissesse que não quero conhecê-lo, mas vivê-lo. Contudo não é bem o que sinto. Sinto que quero reconhecer o meu jeito de amar, porque acredito que o sentido do amor não está em ser amado, mas em amar. E aí se percebe toda alegria de se estar vivo, mesmo sendo contemporâneo de agruras, rachaduras e cicatrizes do tempo.
(HCQF/maio-2011)







Ouço Mª. Gadu cantar em Aurora de Dani Black:

“Sendo assim
Sem demora pra me sentir
Como agora
Tão sem fim
Tão melhor, o maior sobre mim
Tão feliz que sou
Só resta a mim cantar o amor.”
(Aurora - D. Black)

Abraço bem grande e cheio de saudades...

sábado, 7 de maio de 2011

Para a flor mais bela!


Minha flor meu bêbe/ Cazuza

dizem que eu sou louco por te querer assim
por pedir tão pouco
e me dar por feliz
em perder noites de sono
só pra te ver dormir
e me fingir de burro pra você sobressair

dizem qu eu tô louco
e você manda em mim
mas não me convencem, não
que seja tão ruim

que prazer mais egoísta
o de cuidar de um outro ser
mesmo se dando mais do que se tem pra receber
e é por issso que eu te chamo
minha flor meu bêbe (2x)

dizem qu eu tô louco
e falam pro meu bem
os meus amigos todos
será que eles me entendem
que quem ama nesta vida
ás vezes ama sem querer
que a dor no fundo esconde
uma pontinha de prazer
e é por issoa que eu te chamo
minha flor meu bêbe (6x)

OBS: com problemas na net,
morrendo de saudades,
espero que se resolvam logo os meus problemas...
beijos