terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Ano novo de novo...




~*~*8i8*~*~

O ano começa, mas na verdade só 24 horas separam este, “inédito”, do antigo. E muitas vezes é este curto espaço de tempo que separa até mesmo séculos, milênios, como em 1999... A isso se pode chamar de contagem relativa do tempo...
Como iniciar um ciclo tendo tido há poucas horas, ou minutos, problemas tão próprios do outro... Isso não é ingressar, mas sim reiniciar...
Recomeçar contando com a configuração anterior, porém objetivando que as características, que se quer velhas, não façam mais parte da sua rotina, ou mesmo, que não haja mais rotina...
Pedidos e mais pedidos, minutos antes da 00:00h do primeiro dia do outro ano...
Entretanto, dar um novo começo a arte de viver, é bem mais complexo do que parece. Não vem com a dieta de toda segunda-feira, com as listas de metas do réveillon, ou ainda com o dia 1º de algum mês do ano...
É uma decisão que não concebe retrocesso, que é em si o retorno consciente aos piores momentos, para nunca mais experimentá-los. É o desejo de errar por descuido, não por ignorância, imaturidade ou impulsividade...
É a fuga do erro, derradeiro. De colocar em si de novo o peso de ter sido o seu próprio vilão... É querer acertar com os que lhe cercam... É acertar na mão na hora de cobrar, exigir, brigar, lutar, chorar, consigo ou com o outro.
É a hora temida de amadurecer. E não acontece em uma data especifica, porque necessita da energia mais cara de todas: a vontade consciente.
Talvez o lugar mais alto do mundo não seja um monte, cuidadosamente construído pelas profundezas da Terra, mas sim o que a parcela ainda desconhecida da natureza tracejou no mais intrínseco do homem: o arbítrio.
Decida viver!
Hellen C. Q. de Freitas



~*.*~

Para escutar:
Dare You To Move
Welcome to the planet
Welcome to existence
Everyone's here
Everyone's here
Everybody's watching you now
Everybody waits for you now
What happens next
What happens next

I dare you to move
I dare you to move
I dare you to lift yourself up off the floor
I dare you to move
I dare you to move
Like today never happened
Today never happened before

Welcome to the fallout
Welcome to resistance
The tension is here
Tension is here
Between who you are and who you could be
Between how it is and how it should be

I dare you to move
I dare you to move
I dare you to lift yourself up off the floor
I dare you to move
I dare you to move
Like today never happened
Today never happened

Maybe redemption has stories to tell
Maybe forgiveness is right where you fell
Where can you run to escape from yourself?
Where you gonna go?
Where you gonna go?
Salvation is here

I dare you to move
I dare you to move
I dare you to lift yourself up off the floor
I dare you to move
I dare you to move
Like today never happened
Today never happened
Today never happened
Today never happened before

~*~
Desafio-te a Mover-se
Bem-vindo ao planeta
Bem-vindo à existência
Todo mundo está aqui
Todo mundo está aqui
Todo mundo está te olhando agora
Todo mundo está te esperando agora
O que acontece depois?
O que acontece depois?

Eu te desafio a se mexer
Eu te desafio a se mexer
Eu te desafio a se levantar do chão
Eu te desafio a se mexer
Eu te desafio a se mexer
Como se o 'hoje' nunca tivesse acontecido
O 'hoje' nunca aconteceu antes

Bem-vindo ao 'efeito colateral'
Bem-vindo à resistência
A tensão está aqui
A tensão está aqui
Entre quem você é e quem poderia ser
Entre como isso é e como deveria ser

Eu te desafio a se mexer
Eu te desafio a se mexer
Eu te desafio a se levantar do chão
Eu te desafio a se mexer
Eu te desafio a se mexer
Como se o 'hoje' nunca tivesse acontecido
O 'hoje' nunca aconteceu

Talvez a redenção tenha histórias pra contar
Talvez o perdão esteja onde você caiu
Pra onde você pode escapar de você mesmo?
Pra onde você vai?
Pra onde você vai?
Salvação está aqui

Eu te desafio a se mexer
Eu te desafio a se mexer
Eu te desafio a se levantar do chão
Eu te desafio a se mexer
Eu te desafio a se mexer
Como se o 'hoje' nunca tivesse acontecido
O 'hoje' nunca aconteceu
O 'hoje' nunca aconteceu
O 'hoje' nunca aconteceu antes

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Sobre o agora...


















Em meio à estrada

Quando na estrada o sentimento nos acha
Corre, de certo, pra dentro um pouco de nós
Tímido e cheio de incerteza
Duvida da vida
Vela a partida indesejada
Imaginada como a justa medida

Mas é corrida sem chegada
Busca indefinida
Ciclo de círculos sem medida
Fuga do costume de ser sozinho
Partida para a casa do vizinho
Temendo como será na entrada

E de nada adianta a falsa coragem de subir
É preciso pensar em descer pelo caminho do conquistar
Para então alcançar o gostar
E lá bem à frente o tão temido querer épico
Sonho dos poetas
Delírio dos apaixonados
Desperdiçado pelos ingratos
Eternamente desejado
Enclausurado ao peito
Nos achados e perdidos.

(HCQF/dez-2011)

E agora lembrei do que diz Adele em "Hiding my heart away":

“I woke up feeling heavy hearted
I'm going back to where I started
The morning rain
The morning rain
Now though I wish that you were here
That same old road that brought me here
Is calling me home
Is calling me home
I wish I could lay down beside you
When the day is done
And wake up to your face against the morning sun…”
(Hiding My Heart Away - Adele)

“Eu acordei sentindo o coração pesado
Vou voltar para onde eu comecei
A chuva da manhã
A chuva da manhã
Agora, apesar de querer você aqui
Aquela mesma velha estrada que me trouxe aqui
Me chama para ir para casa
Me chama para ir para casa
E eu gostaria de poder deitar ao seu lado
Quando o dia acabasse
E acordar com seu rosto sob o sol da manhã...”
(Adele)

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Sobre a espera...



















Avesso da perenidade

Algumas vezes
Um sentimento intermitente
Reaparece caudaloso.

Parecendo certeza
Esfumaça a vista
Fecunda a esperança
E deságua...

Ao logo da via
Carrega-se de expectativa
Visita moradas
Em busca da casa definitiva
Firma-se
Mas desapropria...

Desaparece na neblina
Escorrega feito cascata
Corre entre pedras
Vira pedaço a espera
E perecível
Seca.

(HCQF/nov-2011)

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Sobre acordar












Vícios

Não devia ter feito!
Carreguei no peito este desejo
Poderia ter corrido
Me afastado do sentimento sentido
Cedi à dor

Sofro um sentimento descabido
Sem razão, sem compromisso
Desencontrado
Cheio de vícios

Preciso encontrar-me com meu juízo
Rever meus novos conceitos
Refazer antigos preconceitos
Por proteção, auto-ajuda, respeito comigo

(HCQF/out-2011)

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Sobre amar e viver...















Sobre amar e viver...


Outro dia pensando no amor
Pensei em não pensar
Melhor seria!

Vislumbrei uma vida fria
Corri na estrada da apatia
De nada adiantou!

Acordei pela manhã e a correria
Que me assusta todo dia
Não me distraiu
Me condenou.

Nas ruas pensando ia
Vagando por entre a gente sorria
Carregando lembranças com agonia
E dor.

Perdi o sono e a noite lia
Versos ultra-românticos com nostalgia
Linhas intermitentes, mas perenes de desejos
De alguém que por medo o amor guardou.

(HCQF/agos-2011)

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Saudade de postar!!!

Para não esquecer quem sou
E que neste espaço me encontro
Aos poucos
Mais bem de perto...








Preciso vir aqui mais vezes
senão morro de saudade!!!!

Beijos
HCQF