Desde ontem não durmo...
Meus olhos esperam a visão que aguardo...
Meu corpo abate
Minha boca amargurou
Meus olhos ficaram profundos...
Senti a sede de rever.
As palavras trocadas pairavam como folhas ao vento...
Poeira e ninguém...
Tempestade à vista.
De repente escureceu
Não consegui ver
Houve desencontro de palavras
Escutei meu nervosismo
Pensei que não seria assim...
O halo escurecido em meus olhos
assombrou meu rosto
pesou sobre meu corpo...
Minha alma estava estática
mesmo o corpo caminhando...
Fugimos: você de mim, eu em você...
11 de dezembro 2025
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