quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

 Desde ontem não durmo...

Meus olhos esperam a visão que aguardo...

Meu corpo abate

Minha boca amargurou

Meus olhos ficaram profundos...

Senti a sede de rever.


As palavras trocadas pairavam como folhas ao vento...

Poeira e ninguém...

Tempestade à vista.


De repente escureceu

Não consegui ver

Houve desencontro de palavras 

Escutei meu nervosismo 

Pensei que não seria assim...


O halo escurecido em meus olhos

 assombrou meu rosto

 pesou sobre meu corpo...

Minha alma estava estática

mesmo o corpo caminhando...

Fugimos: você de mim, eu em você...


11 de dezembro 2025

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