quinta-feira, 28 de julho de 2011

Saudade de postar!!!

Para não esquecer quem sou
E que neste espaço me encontro
Aos poucos
Mais bem de perto...








Preciso vir aqui mais vezes
senão morro de saudade!!!!

Beijos
HCQF

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Ah, a saudade!




Esses dias... Pensando na vida, lembrei do amor. E que ás vezes parecem ser a mesma coisa, principalmente quando se está diante do amado (a).

Escutando Maria Gadu e Vanessa da Mata, li coisas do amor que nem sabia...
Não sabia que:
“Mas então seu amor não é meu
Nem eu o seu
Pois então que será meu amado
Amador?”
(Vanessa da Mata – Ela X ele na Cidade sem fim)

Pena, ás vezes o amor parece amador, sem cuidado, sem responsabilidade... Como uma criança travessa, um adolescente rebelde...

Ainda bem que a espera é um jeito de amar, pois tal qual o amor, não se basta em si...Virá busca de ser feliz pra se encontrar com amado feliz, inteira.
Isso se parece com amar: se preencher.
Não o se afogar no outro até se encher e dizer: chega!
Não. Mas sim o transbordar de afeto. Ser generoso com o mundo por entender-se grato pela dádiva de amar.

Conheço pouco do amor. Talvez dissesse que não quero conhecê-lo, mas vivê-lo. Contudo não é bem o que sinto. Sinto que quero reconhecer o meu jeito de amar, porque acredito que o sentido do amor não está em ser amado, mas em amar. E aí se percebe toda alegria de se estar vivo, mesmo sendo contemporâneo de agruras, rachaduras e cicatrizes do tempo.
(HCQF/maio-2011)







Ouço Mª. Gadu cantar em Aurora de Dani Black:

“Sendo assim
Sem demora pra me sentir
Como agora
Tão sem fim
Tão melhor, o maior sobre mim
Tão feliz que sou
Só resta a mim cantar o amor.”
(Aurora - D. Black)

Abraço bem grande e cheio de saudades...

sábado, 7 de maio de 2011

Para a flor mais bela!


Minha flor meu bêbe/ Cazuza

dizem que eu sou louco por te querer assim
por pedir tão pouco
e me dar por feliz
em perder noites de sono
só pra te ver dormir
e me fingir de burro pra você sobressair

dizem qu eu tô louco
e você manda em mim
mas não me convencem, não
que seja tão ruim

que prazer mais egoísta
o de cuidar de um outro ser
mesmo se dando mais do que se tem pra receber
e é por issso que eu te chamo
minha flor meu bêbe (2x)

dizem qu eu tô louco
e falam pro meu bem
os meus amigos todos
será que eles me entendem
que quem ama nesta vida
ás vezes ama sem querer
que a dor no fundo esconde
uma pontinha de prazer
e é por issoa que eu te chamo
minha flor meu bêbe (6x)

OBS: com problemas na net,
morrendo de saudades,
espero que se resolvam logo os meus problemas...
beijos

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Da janela...



Cada um sabe da força que tem...
Na leveza e na doçura de ser feliz. - Vanessa da Mata)



Nunca deixe que lhe digam que não vale apena acreditar no sonho que se tem
Ou que seus planos nunca vão dar certo ou que você nunca vai ser alguém
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar
Mas um dia a gente aprende...
Confie em si mesmo... (Renato Russo)




















Nossa história, não estará pelo avesso assim sem final feliz
Teremos coisas bonitas pra contar
E até lá, vamos viver
Temos muito ainda por fazer
Não olhe pra trás apenas começamos - Renato Russo


Falando de Vida e sonho, novamente me vejo escrevendo...


EM BUSCA DE UM SONHO

Na janela da alma
Começo a olhar
O desejo profundo de sonhar
~*
Sonhar com o amanhecer
Não do dia
Mas do viver
~*
Olhei pela porta
E meus olhos não puderam ver
Era o medo de alcançar
Então, porquê?
~*
Porque sonhar dói
É espera
É labuta
Sofreguidão
Batalha de coração com coração
~*
Onde se tenta convencer
A si mesmo
Que pode sim vencer
Que a esperança caminha lado a lado com a dor
Mas não se sangra
Apenas se cresce
~*
E crescer é despetalar a flor dos dias
Mas cada pétala que cai seca
Pode ser semente
E de repente fazer florescer
A vitória de um destemido ser
~*
Nascido há poucas horas
No fim da batalha
Ao amanhecer da própria alma
Para a certeza de viver
No mundo onde
Se pode enfim adormecer para o medo de perder.
(HCQF/fev-2011)

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Sobre sonhar...




Outro dia pensado em batalhas, em lutas, em viver e por isso tudo em sonhar. Fiz um texto/poema. Vim compartilhar...

FIAR/TECER: SONHAR

O que falar no momento em que se acha que o tempo é seu inimigo?
Como justificar-se diante de uma derrota derradeira, certa?
Acreditando!
E primeiramente, o que vem a cabeça: a dor, as noites mal-dormidas, as horas de angustia, espera, tarefas árduas, sofridas.
Tinha que ser assim?
Não!
Mas tudo no final faz sentido... Faz sentindo não ter dormido...
Faz sentido ter chorado... Os dias de solidão...
Tudo tem uma explicação!
Todo dia tecemos um pedaço do tapete da vida.
Num dia do tear nascem flores.
No outro o fiar te enfia uma farpa na mão.
Em outro, o sufoco do erro na costura... O trabalho duro a fio em vão...
Até que um dia a imaginação revela medos.Surgem monstros, ratos, figuras com a face do medo, do sofrimento, da morte.
Até que a fiação encontra outra direção e transforma essa cena de terror em um jardim com fadas, anjos e amores.
O tapete só está pronto no fim da vida, por isso não tenha pressa de descobrir que figuras seu tapete terá por fim.
Procure tecer traços lindos em seu tear.
Pense em coisas boas, é seu pensamento que vai lhe guiar a tecer e fiar.
Não procure o que lhe causa medo, descubra um sonho e comece a tecer fios de esperança em sua vida.
(HCQF/jan-2011)

Beijos

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Sobre memórias e Amores




Sobre Memórias

Memória é onde se guardam coisas do passado.
Há dois tipos de memórias: memórias sem vida própria e memórias com vida própria.
As memórias sem vida própria são inertes. Não têm vontade. Sua existência é semelhante à das ferramentas guardadas numa caixa. Não se mexem. Ficam inertes nos seus lugares à espera... à espera de que a chamemos...
As memórias com vida própria, a o contrário, não ficam quietas dentro de uma caixa. São como pássaros em vôo. Vão para onde querem. E podem chamá-las que elas não vêm. Só vêm quando querem. Moram em nós, mas não nos pertencem. O seu aparecimento é sempre uma surpresa. É que nem suspeitávamos que estivessem vivas!
“Alma” é o nome do lugar onde se encontram esses pedaços perdidos de nós mesmos. São partes do nosso corpo como as pernas, os braços, o coração. Circulam em nosso sangue, estão misturadas com os nossos músculos. Quando elas aparecem o corpo se comove, ri, chora...
Para que servem elas? Para nada. Não são ferramentas. Não podem ser usadas. São inúteis. Elas aparecem por causa da saudade. A alma não tem o menor interessa no futuro. A saudade é uma coisa que fica andando pelo tempo passado à procura dos pedaços de nós mesmos que se perderam...
A saudade não conhece o tempo. Não sabe o que é antes nem depois. Tudo é presente...
(Rubem Alves – O velho que acordou menino: infância / Sobre Memórias)